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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Qual a melhor lâmpada: incandescente, fluorescente, halógena ou led?


Em 2015, não haverá mais lâmpadas incandescentes de 100 W à venda. As versões de 60, 40 e 25 W desaparecerão gradativamente até 2016. O produto será banido por ser pouco sustentável – apenas 5% da energia consumida vira luz. Os outros 95% perdem-se em calor. Veja, abaixo, uma comparação entre os quatro tipos.

Incandescente
A versão de 60 W é, hoje, a mais vendida do Brasil. Uma de suas vantagens é a possibilidade de dimerização, característica difícil entre as concorrentes. O fluxo luminoso ocorre instantaneamente: ao ser acesa, já dá seu máximo. Seu tom amarelado é confortável aos olhos (temperatura de cor de 3000 k). Possui máximo índice de reprodução de cor (IRC): 100%. Tem vida curta: cerca de mil horas. Para clarear 25 mil horas, são necessárias 25 lâmpadas (R$ 62,50). Por esse período, o gasto com energia elétrica é de 1 500 kWh, o que custa R$ 450*. Gasto total após 25 mil horas: R$ 512,50.

Halógena

Sua equivalente é a opção com 42 W, que representa uma economia de 30%. Assim como as incandescentes, aceita dimer com facilidade. Seu fluxo luminoso também é imediato. Oferece suave tom amarelado (temperatura de cor de 2700 k). Seu índice de reprodução de cor (IRC) é de 100%. Vida de aproximadamente mil horas. Trocam-se 25 lâmpadas para iluminar 25 mil horas (R$ 125). Com consumo de energia atinge 1 050 kWh, cerca de R$ 315*. Gasto total após 25 mil horas: R$ 440.

Fluorescente compacta
Para obter o mesmo resultado de uma incandescente de 60 W, busque a versão de 15 w. Poupa-se 80% na conta de luz. No Brasil, é raro encontrar as opções que aceitam dimer. Para atingir seu máximo, pede entre um e dois minutos. Acender e apagar seguidamente reduz sua durabilidade. Há mais opções de cor – desde as brancas (6 500 k) até as amareladas (2 700 k). Tem bom IRC: 80%. Dura por volta de 8 mil horas. Apenas três lâmpadas clareiam por 25 mil horas (R$ 30). Foram gastos 375 kWh, o que equivale a R$ 112,50*. Gasto total após 25 mil horas: R$ 142,50

Led
Com apenas 10 W, ela ilumina o mesmo que a incandescente de 60 W. No fim do mês, a economia ultrapassa os 80%. As versões dimerizáveis custam quase o dobro das comuns. Logo que acende, alcança sua capacidade total de clarear. Conta com opções de cor que vão das brancas (6 500 k) até as amarelas (2 700 k). Tem bom IRC: 80%. Oferece a maior vida útil: aproximadamente 25 mil horas. Basta uma lâmpada para 25 mil horas. (R$ 50). O consumo fica em 250 kWh, cerca de R$ 75*. Gasto total após 25 mil horas: R$ 125.



*Considerando o custo de energia elétrica pelo preço de r$ 0,30 kWh, praticado na cidade de São Paulo em outubro de 2013.

Fonte: Casa.com.br

terça-feira, 1 de julho de 2014

Limpando a casa de maneira sustentável


Pode parecer estranho, mas muita gente aproveita o final de semana para limpar a casa. Na verdade, em geral as pessoas passam o dia todo no trabalho, e quando chegam não costumam ter pique para faxinar. Então, se você vai aproveitar este final de semana para dar aquela geral em casa, veja aqui nossas dicas sustentáveis, com soluções naturais, que substituem de forma eficiente produtos como detergente, multiúso, antimofo, entre outros. Vejam:

Vinagre

Com alta concentração de ácido acético, o líquido funciona como um potente desinfetante e desengordurante. Os melhores para a limpeza são o branco (de álcool) e o de maçã.

Antimofo

Remova esse odor desagradável do armário limpando-o com um pano mbebido na mistura de 3 litros de água quente com 1 ou 2 colheres (sopa) de vinagre branco.

Fim da gordura

Ponha um pouco de vinagre puro sobre a gordura do fogão, deixe agir por um minuto e limpe.

Rejunte branquinho

Aplique vinagre puro com uma escovinha de dentes no rejunte do azulejo. Aguarde pelo menos duas horas para enxaguar com água. A dica também vale para limpar aquela parede com marcas de móveis ou de sapatos.

Brilho em vidros e espelhos

Dissolva 1 parte de vinagre em 4 de água quente e limpe essas superfícies. Os vidros ficam ainda mais transparentes!

Tapetes e carpetes novinhos

Para limpar essas peças, aplique uma mistura com a mesma quantidade de vinagre branco e água.

Amaciante

Substitua o produto convencional por 1/2 copo de vinagre no último enxágue da roupa. Ela fica supermacia...

Bicarbonato de sódio

À base de dióxido de carbono e hidróxido de sódio, o bicarbonato é bactericida e uma excelente alternativa para os produtos de limpeza abrasivos. Use-o, sempre com luvas, na limpeza da cozinha e para afastar odores desagradáveis.

Forno brilhante

Molhe um pano macio numa mistura de 1/2 litro de água quente e 3 colheres (sopa) de bicarbonato. Aplique em todo o forno e, após uma hora, retire-o com um pano úmido.

Ralos desentupidos

Misture bem 1 xícara (chá) de sal, 1 de bicarbonato e 1 litro de água quente. Jogue no ralo.

Carpete cheiroso

Para eliminar o odor forte, provocado por animais de estimação ou pela falta de ventilação no ambiente, pulverize bicarbonato de sódio sobre o carpete usando uma peneira grande. Deixe agir por dez minutos e aspire. Não passe vassoura para evitar que o tapete fique branco.

Geladeira limpinha

Sempre depois de finalizar a limpeza da geladeira e do freezer, passe um pano úmido com bicarbonato na parte interna para desinfetar o local.

Suco de limão

O ácido cítrico do fruto ajuda a dissolver o limo e até manchas de ferrugem.

Louça sem gordura

Dilua 1/4 de xícara (chá) de suco de limão em água e aplique na peça com um pano macio.

Antiferrugem

Retire esse tipo de mancha de talheres, grelhas e fogão esfregando a superfície com suco de limão e uma esponja.

MULTIÚSO CASEIRO

Num frasco de vinagre de maçã, junte 3 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio e 1 copo de extrato de raspa de juá (árvore típica do Nordeste, também conhecida como juazeiro), à venda em lojas de produtos naturais. A solução tem validade de até seis meses se for guardada bem fechada e à sombra.

Fonte das Informações: Planeta Sustentável

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Formas de reutilizar jornal em casa


Todos os dias um jornal novinho e cheio de novidades aparece nas bancas ou chega a sua casa, por isso, o de ontem acaba perdendo rapidamente a utilidade. Muitos mandam para a reciclagem os jornais que já não precisam mais, mas você sabia que dá para fazer muitas coisas em casa com ele? Veja nossa dicas:

- Sabe aquela banana que você comprou ainda verde, mas está louco para comer, pois bem, envolva cada fruta em jornal, pois com isso elas amadurecerão mais rápido. Ao embalar a fruta, o gás responsável pelo amadurecimento que é liberado pela fruta fica retido no jornal e o processo ocorre na metade do tempo.


- Produza em seu jardim uma terra supernutritiva e orgânica. Cave cave um buraco com mais ou menos 50 cm de diâmetro x 50 cm de profundidade e jogue lá dentro restos de frutas e de verduras, misturando com a terra que você cavou. Mantenha o buraco coberto com folhas de jornal para apressar o processo de decomposição, cobrindo-as com um plástico escuro. Regue a cada quatro ou cinco dias. Quando estiver cheio, deixe a mistura repousar revolvendo a terra a cada 15 dias e siga molhando de vez em quando. Em dois ou três meses a terra estará prontinha para alimentar suas plantas.


- Deixe um cantinho da sua casa bem moderno com uma montagem de jornal. Separe as folhas com imagens ou matérias mais legais, lave a parede, espere secar, dilua cola branca na proporção de duas partes do produto para uma de água e passe com rolinho em pequenos trechos da parede, enquanto vai colando as folhas de jornal com cuidado para evitar bolhas. Faça o acabamento espalhando uma camada da mesma cola por cima para deixar o papel de parede impermeabilizado e brilhante, ou use verniz à base de água.


- Faltou álcool na hora de ascender a churrasqueira? Então faça argolas enroscando folhas de jornal e empilhe-as no chão da churrasqueira para facilitar a queima do carvão.


- Como os plásticos podem demorar centenas de anos para se decompor, que tal usar folhas de jornal dobradas em forma de copos de origami no cesto do banheiro? É bem fácil de fazer, veja a explicação do  Instituto Akatu: 

1) Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.

2) Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.

3) Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.

4) Vire a dobradura "de barriga para baixo", escondendo a aba que você acabou de dobrar.

5) Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda e você terá a seguinte figura:

6) Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro:

7) Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.

8) Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:

9) Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!

10) É só encaixar dentro do seu cestinho no lugar do saco plástico. 



Que tal? Gostaram das dicas? Continue lendo muitas outras aqui no nosso blog!

quinta-feira, 27 de março de 2014

Madeira sustentável para substituir o PVC e madeiras nobres


As madeiras de ciclo rápido são uma nova solução para quem quer causar menos impacto na natureza. Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) desenvolveram um novo tipo de material que pode substituir madeiras nobres e o PVC. Esse material é feito de uma mistura de polímeros e madeiras amazônicas de ciclo rápido (como a caroba, embaúba e balsa). Bem mais leve e igualmente durável, o material não precisa de manutenção e pode ser utilizado para construir decks, paredes, mourões, portões, muros, pontes e passarelas.

Um ponto forte é que como essas árvores crescem rapidamente e podem ser plantadas ao lado de madeiras nobres, ou ocupar terrenos onde estas não crescem mais. Como elas também podem ser cultivadas em terrenos descampados, elas ajudam a recuperar terrenos degradados e devastados. Agora é preciso encontrar parceiros para produzir o material em escalas maiores.

Quer saber mais? Acesse o blog oficial do projeto aqui: 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Embalagens: lavar ou não lavar para reciclar?


Você lava as embalagens dos produtos consumidos em casa antes de jogá-las na lata de lixo com a boa intenção de viabilizar a reciclagem? Se respondeu afirmativamente saiba que esta pode não ser uma atitude tão sustentável quanto se imagina. Você certamente está desperdiçando muita água potável e, de quebra, aumentando a quantidade de esgotos despejados nos sistemas de coletas da sua cidade.

Por outro lado, a prática da lavagem desses recipientes – de plástico, alumínio, aço, papelão ou vidro – evita, sim, a infestação por formigas, baratas, moscas e ratos. O que fazer? Não existe resposta pronta, nem fácil, mas é fato que lavar as embalagens não facilita em nada a reciclagem desses materiais, porque eles serão derretidos a altíssimas temperaturas.

Ou seja, um pouco de refrigerante, leite condensado ou vinho que estiver dentro de suas embalagens de alumínio, aço e vidro não fará diferença alguma. Vai virar fumaça que será neutralizada pelo sistema de tratamento de efluentes gasosos da empresa recicladora.

O alumínio é derretido a 700 graus, em média, o aço a quase 2 000 graus e o vidro a 1 000 graus. Já o material plástico é derretido a temperaturas em torno de 200 a 300 graus. Por terem temperaturas de fusão bem mais baixas os plásticos, ao contrário dos outros materiais, somente são derretidos depois de uma lavagem para retirar impurezas.

Mesmo no caso dos plásticos, contudo, lavá-los em casa também pode ser considerado desperdício de água potável, de esforço e de tempo. Veja o exemplo de um frasco de maionese feito de PET, todo lambuzado. Na indústria de reciclagem esse frasco vai ser moído, antes de tudo. Os flocos vão cair numa banheira com água de reuso, não potável. Por estar moído, essa lavagem será bem mais eficiente e a água será mais uma vez reutilizada até ficar nojenta. Depois ela será tratada e, provavelmente, voltará ao processo novamente, sem desperdícios.

Mas e os problemas com os perigos da contaminação e com os bichos atraídos pelos restos de alimentos nas embalagens? Em casa, tampar adequadamente o cesto de lixo pode resolver a questão. Então, na dúvida, a recomendação é que se evite lavar as embalagens usadas para economizar água.

Fonte: Planeta Sustentável

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O guia definitivo para você plantar uma árvore


Parece algo simples, e na verdade é! Mas muita gente ainda tem dúvida de como plantar uma árvore corretamente. É fácil, mas existem alguns pontos importantes a considerar, vamos dar uma olhada:

Onde
Provavelmente você vai plantar no quintal de casa ou na calçada. No quintal a liberdade de escolha de qual espécie plantar é maior, mas na calçada a coisa complica um pouco.

Existem tubulações de água e esgoto passando por baixo e fiação elétrica por cima, além de ser importante evitar árvores de folhagem lisa ou sumosa que possam deixar o piso escorregadio para os pedestres. Atenção também para evitar as que exigem poda constante, tenham caule mole, espinhos, toxinas ou sejam alvos fáceis de cupins e brocas. Calma, eu dou os nomes das melhores!

Qual

A ideia então é uma árvore bonita, cujas raízes não destruam a calçada ou a tubulação que passa por baixo e que não sejam altas a ponto de se tornar um problema. São ótimas opções então:

Ipê amarelo (Tabebuia chrysotricha – 2 a 10 metros)
Ipê branco (Tabebuia roseoalba – 7 a 16 metros)
Pata de vaca (Bauhinia forficata – 5 a 9 metros)
Quaresmeira (Tibouchina mutabilis – até 12 metros)
Caso altura não seja problema, você pode optar por outras espécies sensacionais, e mais altas:

Cibipiruna (Caesalpinia pluviosa – até 28 metros)
Ipê roxo (Handroanthus impetiginosus – até 30 metros)
Pau ferro (Caesalpinia ferrea – 20 a 30 metros)
Jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosifolia – cerca de 15 metros)
Palmeira (família Arecaceae – 8 a 15 metros).
Por outro lado, é bom citar algumas que costumam ser plantadas em calçadas mas não deviam: Resedá (Lagerstroemia indica – 6 metros), emite muitas brotações, exigindo podas constantes e tem crescimento lento; Tipuana (Tipuana tipu – 15 a 20 metros), pode chegar a tamanhos desproporcionais e se quebra com facilidade (quase sempre é uma dessas que cai em carros quando venta demais),  Ficus (Figueira benjamina – até 30 metros), cresce demais para cima e destrói a calçada; Falsa-seringueira (Ficus elástica – 15 a 20 metros), também tem raízes que crescem demais, as vezes chegando até à rua.

Como

Diferente de muitas plantas comuns, árvores não são plantadas com sementes e sim com mudas, geralmente medindo 10 a 40cm de altura, compradas em viveiros. Elas vem com a raiz em uma quantidade de terra embrulhada em um saco ou numa lata.

Faça um buraco suficiente para que o bloco de terra que veio com a muda fique todo para baixo. Lembre de retirar o saco ou lata antes de plantar;
Colocada no buraco, preencha os espaços em volta com terra;
Você pode fixar um cabo de vassoura ou outro pedaço de madeira em pé, ao lado da muda, e amarrar com barbante em dois ou três pontos, para ajudá-la a permanecer em pé e crescer;
Outro truque é cortar uma garrafa PET, retirando a parte de cima e de baixo – ficando apenas com um tipo de “cano”, e passa-lo de cima para baixo na muda até enterrá-lo um pouco no chão. Assim formigas e outros insetos que tentarem chegar até a muda e comer suas folhas terão dificuldades para subir no plástico.
Regue bastante, tanto após o plantio quando ao longo dos dias e semanas que se seguem e fique de olho para o possível aparecimento de pragas.

Pronto! Agora cuide bem da sua árvore e obrigado por ajudar a arborizar a cidade!
 
Fonte: http://eco4planet.com/blog

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Hoje é Dia do Consumo Consciente! Confira cinco atitudes sustentáveis para se ter no dia a dia


Criado em 2009 pelo Ministério do Meio Ambiente, o Dia do Consumo Consciente serve para lembrar a sociedade como os hábitos de consumo da população ao redor do mundo têm levado rapidamente ao esgotamento dos recursos do meio ambiente. Mais do que escolher produtos com responsabilidade ambiental, o objetivo é fazer a sociedade entender que para se tornar sustentável também é extremamente necessário aprender a consumir em menores quantidades a fim de poupar recursos ambientais.

Além da aquisição de produtos ecologicamente corretos, é preciso mudar alguns hábitos simples do dia a dia para contribuir com o meio ambiente. Confira os cinco passos do cotidiano que podem ser adaptados para uma rotina sustentável:

1 – Planeje as limpezas e o consumo de água

Com pouco planejamento é possível, com a mesma quantidade de água, lavar roupas e ainda fazer a faxina em casa. Basta armazenar a água que estava na máquina de lavar roupas em baldes e usá-las depois para enxaguar panos de limpeza e lavar o quintal.

2 – Cozinhe apenas a quantidade de consumo

De acordo com a FAO, (Programa das Nações Unidas), 1,3 bilhão de toneladas de comida são desperdiçadas no mundo todo por falta de gestão e conservação. Para que você não contribuía com o aumento desse índice, cozinhe em um único dia a quantidade de alimento equivalente para sete dias, por exemplo, separe em porções e congele. Este método evita que aquelas grandes quantidades de comida que não foram consumidas precisem ir parar no lixo.

3 – Evite jogar óleo de cozinha na pia

Segundo o Instituto Akatu, até 25 mil litros de água são contaminados ao jogar óleo de cozinha pela pia. Além disso, o descarte desse modo provoca entupimentos no encanamento de casa ou na rede de esgoto. A melhor alternativa para se desfazer do óleo de cozinha é colocá-lo em garrafas PET e entregá-las para reciclagem em pontos de coleta especializados.

4 – Recuse sacolas plásticas

Utilizar sacolas para carregar as compras do supermercado, padaria e da farmácia é uma velha prática que precisamos mudar. Na hora das compras leve sempre uma ecobag, assim você evita que a sacola de plástico – a qual demora mais de 100 anos para se decompor – lote os aterros, polua o meio ambiente ou prejudique a saúde de animais marinhos que a ingere por acidente.

5 – Prefira produtos de origem local

Produtos fabricados na região em que você reside percorrem menores distâncias até o supermercado e, portanto, são responsáveis por menos emissões de gases tóxicos. Como benefício também para a saúde, por exemplo, frutas, verduras e legumes chegam ao destino final mais frescos para o consumo.

Fonte: Pensamento Verde

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Ekokook – a cozinha inteligente

Uma cozinha ecológica, totalmente sustentável e que causa muito menos impactos ao meio ambiente. Talvez a frase acima se encaixe num futuro ainda distante, mas aí que está o erro. A Ekokook já é uma realidade e vem a se tornar um dos projetos mais próximos do seu dia-a-dia quando o assunto é sustentabilidade.

Desenvolvido pelos franceses da Faltazi, a cozinha pode parecer muito grande, mas na verdade seu tamanho é compatível com o seu uso. Funciona assim, o sistema possui três miniusinas de reciclagem. Na primeira etapa, os materiais sólidos (vidro, plástico, papel e metal) são triturados até ficarem bem pequenos. Uma bola de aço faz todo o serviço, quebrando os vidros, amassando as latas e transforma tudo em um briquete, ou seja, uma fonte comprimida de material energético.

Depois á água utilizada é coletada e reciclada, podendo ser usada para regar plantas ou fazer a faxina da casa. Já os restos orgânicos são despejados em um contêiner com minhocas, que se alimentam dessas substâncias. Três meses depois, tudo aquilo vira um ótimo adubo. Não podemos deixar de citar que a geladeira já é integrada com todo o sistema, além de um espaço para você armazenar seus mantimentos.

O tratamento do lixo no local reduz a geração de CO2 dos caminhões de lixo, resultando em menos ruído e menos poluição atmosférica. Isso sim é pensar verde!

Fonte: we are shop talk

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Conheça o prédio de madeira de 34 andares


Ele ainda é só um projeto, mas se a ideia virar realidade, ele será o maior prédio de madeira do mundo, e ainda construído de forma autossustentável e ambientalmente correta. Este projeto está entre os três finalistas de um concurso promovido pela construtora HSB, da Suíça.

Por se tratar de um concurso, para que a ideia se torne realidade é preciso derrotar outros dois concorrentes. O empreendimento vencedor será a nova sede da empresa e deverá ficar pronto em 2023, ano em que a HSB comemora 100 anos de existência. 


Os criadores da ideia CF Moller e Dinell Johansson, afirmam que trabalharam com a simplicidade da madeira e o respeito ao meio ambiente, sendo que a maior dificuldade encontrada para construir o prédio, é a força de mercado das indústrias do concreto e do aço.

Embora a madeira pareça ser um material pouco resistente, a estrutura do prédio promete ser completamente sustentável e mais resistente que o aço e o concreto. Outro detalhe é que a construção seria a prova de fogo. Ela ainda contará com painéis solares que tornarão o prédio autossuficiente em energia elétrica e térmica.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Somente um litro – a torneira econômica!


A torneira 1ℓIMI surgiu depois de observado que gastamos em média 6 litros de água por lavagem das mãos. Pensando no impacto ambiente que o uso desenfreado da água pode trazer ao nosso planeta, a torneira conceito disponibiliza apenas 1 litro de água para lavarmos nossas mãos.

Ela se parece com um tudo de  ensaio elegante e invertido no topo de uma torneira. O tubo de vidro possui exatamente um litro de água, suficiente para uma lavagem rápida de mão. Vejam:


Criada por um trio de designers chineses – Yonggu Do,Dohyung Kim e Sewon Oh – a torneira ainda “bloqueia” a água após o uso do primeiro litro.

A ideia é acabar com o desperdício do recurso, que já está em escassez no mundo e, apesar disso, continua sendo usado sem responsabilidade por todos. Quem gostaria de ter uma dessas em casa?

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Fazendas verticais


Cidades como São Paulo, por exemplo, crescem de modo acelerado e vertical, já é difícil encontrar terrenos e quase não há área verde disponível para o plantio. O mundo está cheio de cidades como São Paulo ou ainda mais urbanas.

Mas a necessidade de projetos sustentáveis, que devolvem o verde às cidades, não param de aparecer. O último que encontramos desafia a engenharia e a arquitetura para trazer benefícios às cidades e aos seus moradores, trata-se da “Vertical Farming”, ou seja, fazenda vertical.

Este projeto consiste em cultivar alimentos em um edifício no meio do centro urbano, como se um arranha-céu na Avenida Paulista não mais abrigasse executivos, mas frutas e verduras para o consumo da população local.



O idealizador, o pesquisador norte-americano Dickson Despommier, da Universidade de Columbia, em Nova York, acredita que o prédio possa manter diversas espécies de verduras, legumes, frutas, até peixes e aves pode ser uma solução, pois produziria alimentos rapidamente e em grande quantidade.

Entre outros benefícios, a “Vertical Farming” poderá reduzir o custo do alimentos, pois uma vez que não há necessidade de transporte vindo de locais distantes, além da ausência de desperdício com a produção específica e na quantidade necessária à comunidade local e próxima.

Acreditamos que num futuro próximo, este tipo de edifício seja uma realidade!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Alunos da USP desenvolvem casa ecologicamente correta



Uma casa ecologicamente correta, que não polui, não suja e de quebra ainda utiliza a energia que ela mesma produz, parece um sonho, mas talvez esse sonho esteja próximo a se tornar realidade. 

O projeto desenvolvido por alunos da USP (Universidade de São Paulo), intitulado Ekó House, trata-se de uma casa sustentável, onde a energia utilizada é gerada pela própria casa. Sistemas como os de iluminação, tratamento de esgoto e aquecimento também receberam uma atenção especial, tudo pensado de um modo que gastasse o mínimo de recursos não reutilizáveis possível.

A casa conta com uma varanda ampla, que além de ser um espaço de convivência, ela também auxilia na iluminação interna; painéis fotovoltaicos, que geram energia para manter equipamentos ligados e sustentar a casa energicamente; filtros de macrófitas, que possuem a função da rede de esgoto, limpando a água toda vez que ela for utilizada, entre outros.

Veja aqui um vídeo explicativo sobre as estruturas que compõem a Ekó House:


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Como reaproveitar objetos do dia a dia


Nós sempre falamos de reaproveitamento aqui no blog da Roca Imóveis, pois nos preocupamos muito com o meio ambiente. E queremos trazer ideias novas a cada dia para vocês, portanto trouxemos algumas maneiras de reutilizar objetos do dia a dia.

Tampas de geleia: as com estampa xadrez são tão bonitas que não dá vontade de se desfazer delas, não é? Que tal usá-las como porta-copos na mesa?


Venezianas de madeiras: sobraram algumas da reforma? Que tal transformá-las em painéis de parede para vasos. Passe nelas uma demão de verniz para que aguentem mais a chuva e o sol. Prenda-as com parafusos na perede, plantes as flores em vasos meia-lua e use ganchos para pendurá-los.


Ganhou um presente em uma caixinha? Use-a como vaso para mesa. A dica é mesclar as lisas com as de estampas. Faça um buraco na tampa para acomodar o buquê e fique com uma mesa mais bonita.


Quer arranjar uma nova finalidade para aquela geladeira velha? Use-a na sala para colocar livros e revistas. E não se esqueça dos famosos pinguins sobre a peça!



Aqui na Roca Imóveis sempre temos ótimas ideias para sua vida! 



quarta-feira, 18 de julho de 2012

Economizando energia em cada cômodo da casa



Cada vez mais fica evidente a preocupação com o uso consciente de nossos recursos, por isso, pesquisamos formas para vocês economizarem energia em cada cômodo da casa. Vejam:

COZINHA E LAVANDERIA


- Evite deixar a porta da geladeira aberta por muito tempo, pois ela ganhará calor de fora e gastará mais tempo e energia para retomar a temperatura ideal;

- Escolha eletrodomésticos que tenham o selo Procel de Economia de Energia ou o selo Conpet.  O primeiro é concedido pela Eletrobrás e pelo Inmetro aos aparelhos que têm os melhores índices de eficiência energética — ou seja, que apresentam um bom desempenho consumindo pouca energia. Já o selo do Programa Nacional de Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet), é concedido pela Petrobrás a equipamentos domésticos a gás (como fogões e aquecedores de água) que alcançam melhor rendimento energético com o menor consumo de combustíveis fósseis.

- Não deixe os eletrodomésticos como micro-ondas, torradeiras e cafeteiras o tempo todo na tomada;

- Deixe a roupa suja acumular antes de colocá-la na máquina, pois assim você usa menos vezes a máquina, economizando energia e água.

QUARTOS E SALA


- Use lâmpadas econômicas, e evite deixar as luzes acesas quando não houver ninguém no comodo;

- Quando for construir ou reformar, se atente aos interruptores da casa, pois a instalação de interruptores independentes evitam que você precise ligar todas as luzes de um comodo ao mesmo tempo;

- Use cortinas claras e de tecido leve, pois assim a luz natural entra e evita que você acenda luzes sem necessidade;

- Abra as janelas e portas e deixe o ar circular, evite ao máximo o uso do ar-condicionado;

- Durante a manhã, evite acender as luzes, ao acordar abra as janelas;

- Para ler, use abajures e luminárias, evite ascender a luz da casa toda;

- Aparelhos em stand by também consomem energia, portanto retire da tomada aqueles que não são utilizados com frequência.

BANHEIRO


- Tome banhos mais curtos, pois o chuveiro elétrico é normalmente o aparelho da casa que mais consome energia;

- Se possível, utilize sempre a energia solar para aquecer a água dos banhos;

- Use interruptores separados para lâmpadas com funções diferentes.

JARDIM


- Existem luminárias fotovoltaicas, que captam a luz solar durante o dia e à noite acendem, trata-se de uma tecnologia transforma a luz solar em energia elétrica e a armazena para o consumo durante a noite.

Gostam de nossas dicas? Continuem lendo o blog da Roca Imóveis e veja muitas outras! 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Usando Casca de Ovo em Casa



Nós da Roca Imóveis somos a favor da sustentabilidade, por isso, procuramos por dicas que ajudem a deixar o lar mais sustentável, dicas de reaproveitamento de coisas que provavelmente iam para o lixo. Dificilmente encontramos utilidade para a casca do ovo, mas saiba que ela pode ser utilizada no jardim, na limpeza, na cozinha e até na decoração. Então vejam aqui algumas dicas inusitadas para reaproveitá-la:

- Colocando cascas de ovos esmagadas na terra ao redor de sua planta, você espantará lesmas e lagartas, pois o cálcio do invólucro do ovo mudará rapidamente o pH (índice de acidez) do solo, tornando-o menos ácido e afastando os bichinhos. Dá até para plantar dentro dela também, vejam:



- De vez em quando, separe algumas cascas, lave-as e coloque-as no forno para secar, e então, bata-as no liquidificador, pois o atrito delas com as lâminas deixará o metal mais afiado;



- Se você adora artesanato, use as cascas de ovos para fazer mosaicos. Para preparar as cascas, lave-as bem, seque-as no forno, quebre-as em pedacinhos pequenos e cole-as na tampa, por exemplo, de uma caixa de madeira. Depois é só colorir tudo com tinta plástica. 



- Troque as palhas de aço por casquinhas limpas e esmagadas de ovos na limpeza, pois elas substituem com eficiência o produto na hora de limpar panelas e frigideiras. Basta colocar um punhado  já ensaboada na esponja.



- As cascas de ovos quando incluídas na compostagem (decomposição de resíduos orgânicos, como restos de vegetais e legumes crus, que depois são transformados em nutrientes para a terra) contribuem para o cálcio e outros minerais valiosos para o solo, além de controlar a acides oriunda da decomposição. Assim, suas plantas ficarão mais fortes e bonitas.



Gostaram de nossas dicas? Fiquem ligados em nosso blog e vejam muitas outras excelentes dicas para seu lar!

terça-feira, 5 de junho de 2012

Dia Mundial do Meio Ambiente

Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente, por isso, nós da Roca Imóveis separamos algumas dicas para colocar mais práticas sustentáveis na sua vida. Esse pode ser o primeiro caminho a ser percorrido para preservar nossa qualidade de vida e das futuras gerações. Vejam:

1. Seja um agente voluntário do “apagão”; Saia por ai apagando todas as luzes desnecessárias na sua casa, trabalho, banheiros públicos, shoppings, restaurantes e afins. A conta em real nem sempre é você quem paga, mas o ônus ambiental reflete em todo o planeta; 


2. Troque as lâmpadas incandescentes por versões fluorescentes mais econômicas. Elas podem gastar até 65% menos energia e durar até 10 vezes mais do que as lâmpadas de filamento, reduzindo, assim, a geração de resíduos;


3. Mais da metade do lixo da sua casa pode ser reciclado. Separe os materiais recicláveis do lixo orgânico e do que não pode ser reciclado. Consulte  a prefeitura para saber mais sobre os horários e condições da Coleta Seletiva na sua cidade;


4. Mantenha a tampa da panela fechada. Com essa atitude você concentra mais calor e economiza gás de cozinha;


5. Não coloque a geladeira perto do fogão ou de uma janela que recebe muito Sol; ela terá de trabalhar mais para se manter fria;

6. A fabricação de mais papel faz com que sejam derrubadas mais árvores, aumentando o aquecimento global e diminuindo a qualidade do ar e da água. O cloro utilizado para o branqueamento é altamente contaminante. Opte sempre pelo papel reciclado, imprima só o necessário, no modo econômico e utilize os dois lados da folha;


7. Fique atento a conta de luz da sua casa e observe quantos aparelhos eletrônicos ficam no modo de espera (stand by) constantemente. Crie o habito e tire televisão, dvds, sons e outros da tomada  e calcule a economia na conta;

8. Evite os descartáveis: prefira o coador de pano, os alimentos fora das bandejas de isopor, o copo de vidro, as sacolas e guardanapos de pano, enfim, todo produto que se use, lave e use novamente, em vez de jogar fora. Assim, você economiza os recursos da natureza e diminui a quantidade de lixo, um dos grandes problemas do nosso tempo;


9. Feche sempre bem a porta da geladeira. Aberta, há um maior consumo de energia para manter a temperatura. Não deixe a porta aberta enquanto pensa no que vai tirar dela, nem a abra e feche repetidas vezes;

10. O relatório impresso hoje pode virar papel de rascunho amanhã. Aproveite sempre os dois lados das folhas e poupe o corte de muitas árvores.


Gostaram das nossas dicas? Vão incorporá-las ao dia-a-dia? 


Dicas encontradas no ALMANAQUE PARA PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS de Thomas Enlazador.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Como fazer: Sabão com Óleo de Cozinha


Depois de passar anos consumindo em excesso, o mundo se encontra tendo que economizar ao máximo, e nunca se ouviu falar tanto em sustentabilidade e reaproveitamento. Se pararmos para pesquisar, encontramos maneiras criativas de aproveitar quase tudo que normalmente jogamos no lixo. 

No caso do óleo de cozinha, muita gente o joga fora, muitas vezes o despejam no esgoto, todavia cada litro de óleo tem potencial para poluir cerca de um milhão de litros de água, o que equivale à quantidade que uma pessoa consome ao longo de 14 anos de vida. Se for para a rede de esgoto, o óleo também encarece o tratamento dos resíduos em 45%.


Então, que tal começar a aproveitá-lo para fazer sabão? Além de poder economizar com produtos de limpeza, você ajuda o meio ambiente. Aprenda  a fazer com a gente:

1. Separe caixas de leite vazias para servirem de forma para seu sabão. Para essa receita 7 caixas serão utilizadas. 

2. Para fazer o sabão você precisará de:

• 1 quilo de soda cáustica em escamas 
• 5 litros de óleo (lembre-se de peneirar o óleo antes de usá-lo)
• 1 copo de sabão em pó
• 1 litro de água fervendo
• 1/2 copo americano de essência de eucalipto ou qualquer essência que preferir.

3. Para preparar, use um balde plástico, coloque a água fervendo em primeiro lugar, e depois, com muito cuidado despeje a  soda cáustica (para evitar acidentes, use equipamentos para se proteger, como luvas e óculos). Quando a reação da soda cáustica com a água fervendo passar, adicione os cinco litros de óleo e mexa com algum pedaço de madeira. Agora adicione o sabão em pó e a essência, mas não pare de mexer e espere até que a consistência da mistura fique pastosa. Não pare de mexer, pois o resultado final será prejudicado. Só pare de mexer quando a mistura apresentar uma consistência pastosa.

4. Quando a mistura alcançar a consistência desejada, coloque o líquido nas caixinhas, mas com muito cuidado. Deixe nas caixinhas por volta de uma semana. Após este período, o sabão irá endurecer, mas ainda estará levemente mole, mas ele poderá ser tirado da caixinha e ser cortado em pedras de sabão. Cada caixa equivale a quatro pedras de sabão. Depois de cortadas, deixe as pedras por mais alguns dias expostas ao sol, pois o seu uso imediato pode causar irritações na pele. Quando certificar que o sabão está realmente duro, ele poderá ser usado.

Gostaram das nossas dicas? Fiquem ligados e indiquem nosso blog para os amigos!


Fonte: Como fazer

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Tijolos feitos a partir de lixo orgânico em Araraquara

O químico de Araraquara, Marcelo dos Santos, desenvolveu um tijolo a partir de lixo orgânico que pode ser utilizado na construção civil. O processo visa oferece um destino sustentável ao lixo doméstico, além de baratear a produção de blocos de alvenaria, a partir da redução do uso de areia e concreto na composição dos tijolos.

O custo da fabricação do novo tijolo caia pela metade, sendo assim os tijolos orgânicos podem ser até 50% mais baratos que os convencionais. A produção autossustentável pode substituir até 50% da areia e 30% do concreto utilizados na produção convencional.

Santos conta que o lixo chega até a fabrica dentro de sacos plásticos, do mesmo jeito que saia da casa das pessoas, lá eles separam os detritos do material reciclável, que é vendido para uma cooperativa, e o dinheiro arrecadado é usado para manter a produção.

Após a separação, o lixo orgânico passa por um triturador e é fragmentado. O material moído vai para um misturador, onde uma composição química é acrescentada a ele. Essa composição, patenteada por Santos, é responsável por esterilizar o material orgânico, livrando-o de bactérias, vírus, fungos ou vermes capazes de produzir doenças infecciosas, e deixa-o inerte, evitando que polua o ambiente.

Depois do processo de mistura, a massa pastosa passa por uma máquina peletizadora, onde é dividido em pequenos pedaços, com aparência de ração animal. No mercado, uma máquina deste tipo custa em torno de US$ 100 mil, mas o químico produziu a estrutura pelo equivalente a R$ 2,5 mil, com ajuda de seu sócio, o metalúrgico e sociólogo José Antônio Masoti.


A composição em pedaços, então, é levada para um forno e passa por secagem para a última etapa da preparação do material orgânico, que será utilizado na produção dos tijolos. Em um moinho, o produto é transformado em pó, para poder ser acrescentado na produção dos blocos de concreto.

Os protótipos produzidos com 30% da quantidade normal de areia e 20% de concreto atingiram resistência equivalente ao dobro do exigido pelo Inmetro. Novos testes serão feitos pela Universidade de São Paulo (USP), de São Carlos, para ajudar no credenciamento da técnica.

"Nossa intenção é levar adiante a ideia de sustentabilidade na produção dos tijolos e ajudar na construção de casas populares e ainda dar um bom destino para o lixo que produzimos", comenta Santos.

Fonte: G1
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